”Expansão Irresponsável da UEG nos últimos anos” Reconhece o MPGO.

Em um novo momento de sua história, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) deixou para trás o pecado da corrupção e, a partir de agora, as denúncias infundadas realizadas ao Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), muitas de forma anônima, não têm consistência para seguir a diante. Um exemplo disso é o encaminhamento para o arquivamento de denúncia contra a instituição, determinado pelo MP-GO em novembro de 2019, referente ao Vestibular 2020/1.

Conforme o documento, a denúncia contesta a não efetivação de todas as turmas ofertadas no Vestibular 2020/1. O edital estabelece que o aluno se inscreverá por curso e somente escolherá o Campus/Unidade Universitária no momento da matrícula. Segundo previsão editalícia prévia, somente serão abertas as turmas com maiores demandas dos alunos aprovados (restando ao aluno ainda a opção de escolher outra Unidade Universitária ou Campus, caso sua primeira opção seja de turma não ofertada).

Em sua argumentação, o reitor interino da UEG, Rafael Borges, explicou que a Universidade passa por uma reestruturação devido ao cumprimento de decisão judicial que determinou o desligamento de 1.469 servidores, sendo 705 docentes e 764 técnicos administrativos, que estavam com seus contratos temporários vencidos e prorrogados de forma ilegal. O quantitativo de servidores temporários irregulares significava metade da força de trabalho da instituição.

A partir de sua Reforma Administrativa recém promulgada, a nova UEG prestará seus serviços com excelência e voltados aos interesses dos discentes, diferente de antigamente, quando isso era feito de forma desproporcional e atendendo a conveniências políticas. Na recomendação de arquivamento, o promotor de Justiça Paulo Henrique Martorini reconheceu que a antiga expansão ocorreu de forma irresponsável.

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