MP-GO e Agehab cadastram mais de 400 vítimas de golpe que fraudou inscrições em programas de moradia popular – Jornal Cometa

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MP-GO e Agehab cadastram mais de 400 vítimas de golpe que fraudou inscrições em programas de moradia popular

MP-GO e Agehab cadastram mais de 400 vítimas de golpe que fraudou inscrições em programas de moradia popular

MP-GO e Agehab cadastram mais de 400 vítimas de golpe que fraudou inscrições em programas de moradia popular
17 setembro
09:48 2018

Mais de 400 vítimas do golpe que fraudava inscrições em programas de moradia popular em Goiânia devem ser cadastrados, a partir desta segunda-feira (17), pelo Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) e pela Agência Goiana de Habitação (Agehab). Instituições vão inscrever famílias por meio de quatro audiências públicas, que pretendem redirecionar quem foi prejudicado para outros projetos sociais.

De acordo com a promotora Fabiana Zamalloa, as vítimas foram identificadas e foram convocadas, de acordo com cronograma elaborado pelo órgão. O objetivo, segundo ela, é garantir que pessoas que pagaram para Sociedade Habitacional Comunitária (SHC) na esperança do primeiro imóvel possam participar de outros processos seletivos.

“Nesta audiência nós vamos colher a manifestação das pessoas, para que estes cadastros sejam avaliados pela Agehab e elas sejam incluídas em programas habitacionais de acordo com o perfil de cada uma e observados os requisitos legais. Esta ação é para viabilizar a inclusão daqueles que não tiveram ainda a casa própria, não é para obter um ressarcimento do que eventualmente estas pessoas pagaram para a SHC”, disse a promotora.

As audiências públicas vão ocorrer entre esta segunda-feira e quinta-feira, das 8h30 às 17h, na sede do MP-GO, no Jardim Goiás, região sul de Goiânia. Cada audiência vai atender cerca de 100 pessoas que já foram previamente convocadas pelo órgão como vítimas de fraudes que participaram do projeto do Residencial João Paulo II.

A promotora explicou que quem quiser tentar pegar o dinheiro pago indevidamente à SHC, deve entrar na Justiça.

“Aquilo que foi pago indevidamente, por se tratar de um direito patrimonial, estas pessoas deverão procurar a Justiça individualmente, se não tiverem condições de pagar um advogado podem procurar a defensoria pública, para exigir o pagamento, o ressarcimento, os valores pagos indevidamente”, explicou.

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