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Fim da tarifa mínima na conta de água do DF está marcado para 2020

Fim da tarifa mínima na conta de água do DF está marcado para 2020

12 março
10:04 2019

Por TV Globo e G1 DF

Hidrômetro no Laboratório de Micromedição da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) — Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

Hidrômetro no Laboratório de Micromedição da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) — Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

O fim da tarifa mínima na conta de água dos consumidores do Distrito Federal ficou para 2020. Atualmente, quem consome até 10 mil litros por mês paga um valor fixo: R$ 29,50.

Segundo a superintendente de regulação da Caesb, Aline Oliveira, o prazo foi devido à necessidade de fazer novos estudos e simulações sobre o impacto que a mudança traria para as contas da estatal.

Ela afirmou que a companhia está revendo a distribuição das faixas de consumo, de forma a extinguir a faixa que vai de 0 a 10 mil litros – que paga a tarifa mínima.

Em 2016, dados da própria Caesb indicavam que 46% dos clientes se encaixavam nesta faixa de consumo mínimo – o que correspondia a 292,8 mil imóveis. Ou seja: mesmo o consumidor buscando economizar, continuava pagando a mesma tarifa.

Para Aline Oliveira, a previsão é de que o consumidor pague mais barato com a novidade, pelo menos a curto prazo. “A ideia é que essa alteração não implique uma revisão imediata da tarifa aplicada. A ideia é que essa nova estrutura mantenha a receita atual que a empresa tem”, declarou.

No entanto, ela confirmou que existe um risco de a conta ficar mais salgada a longo prazo.

“Uma alteração [na tabela de preços] seria necessária somente se a receita, depois de aplicar a nova estrutura tarifária, ficar acima ou abaixo da receita regulatória estabelecida pela Adasa [Agência Reguladora das Águas do DF].”

A ordem para derrubar a tarifa mínima partiu de uma lei da Câmara Legislativa promulgada em novembro de 2018. O projeto, de autoria da então deputada Liliane Roriz (Pros), tinha sido vetado pelo governo, mas acabou “ressuscitado” pelos distritais.

Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.

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